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Beber água magnetizada ajuda a evitar avc, derrames, enxaquecas....

De acordo com um novo estudo publicado em Circulation: Journal of the American Heart Association, em 17 de agosto de 1999, uma pessoa com sangue espesso está sob maior risco de derrame.

Sangue espesso ou viscoso tende a coagular e formar placas de sangue indesejáveis, que podem bloquear o fluxo sangüíneo para o coração e para o cérebro, causando ataque cardíaco ou derrame.

O potencial de coagulação foi avaliado pela medida de três fatores, componentes do sangue, envolvidos na formação de obstruções: fator de von Willebrand, fator VIIIc e fibrinogênio.

Os pesquisadores também avaliaram se componentes do sangue indicadores de inflamação, como as células brancas, podem indicar risco de derrame. Produtos secundários inflamatórios no sangue, advindos de infecções e outras causas, estão associados a ataques cardíacos. Indivíduos com os maiores níveis destes fatores apresentavam maior risco de derrame.

Aaron R. Folsom, M.D., da divisão de epidemiologia da Escola de Saúde Pública da Universidade de Minnesota, Minneapolis, é o principal autor do estudo.

“Esse estudo suporta, modestamente, a hipótese de que o fator de Willebrand, o fator VIIIc e fibrinogênio possam identificar grupos de adultos de meia-idade com risco aumentado de derrame”, explica Folsom.

Os dois primeiros fatores são produzidos pelas células que revestem os vasos sangüíneos. Aumentam o bloqueio do vaso fazendo com que as plaquetas se unam. O fibrinogênio, proteína envolvida na coagulação sangüínea, e a contagem de células brancas, indicadora de inflamação, também aumentam o risco de derrame, porém mais brandamente.

“Níveis elevados de algum desses fatores poderiam ser alterados descartando-se outros fatores de risco preestabelecidos”, diz Folsom. “O fibrinogênio, particularmente, é conhecido por se apresentar em concentrações elevadas em pessoas que fumam ou têm diabetes. Logo, se você quiser reduzir o risco de derrame, é importante eliminar o máximo possível dos riscos conhecidos”, complementa.

Os pesquisadores afirmam que há mais benefício em potencial na preocupação com os fatores de risco cardiovasculares como fumo, diabetes, obesidade, hipertensão e altos níveis de colesterol e na melhor hidratação com o consumo diário da quantidade correta de água. Tais ítens afetam diretamente os níveis sangüíneos da proteína relacionada à coagulação e derrame.

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